domingo, agosto 31, 2008


"Se acha que consegue, consegue, se acha que não consegue, não consegue. Em ambos os casos está certo." – Henry Ford

O Poder da Determinação de um Jovem

Uma pequena escola rural era aquecida por um velho e bojudo forno a carvão. Um miúdo de 8 anos tinha a função de ir mais cedo à escola todos os dias, para acender o fogo e aquecer a sala antes que a professora e seus colegas chegassem.

Numa manhã, eles chegaram e encontraram a escola engolida pelas chamas. Retiraram a pequena criança inconsciente do edifício em chamas, mais morta do que viva. Tinha queimaduras profundas na parte inferior do corpo e foi levado para o hospital da cidade vizinha.

Do seu leito, o semiconsciente e horrivelmente queimado miúdo ouviu ao longe o médico que conversava com sua mãe. O médico dizia-lhe que o seu filho tinha muito pouca hipótese de sobreviver - o que na realidade, até seria melhor - pois o terrível fogo devastara a parte inferior do seu corpo.

Porém o bravo miúdo não queria morrer. Ele convenceu-se de que iria sobreviver. De alguma maneira, ele realmente sobreviveu. Quando o risco de morte havia já passado, ele ouviu novamente o médico e sua mãe a falarem baixinho. A mãe foi informada de que, uma vez que o fogo destruíra tantos músculos na parte inferior do seu corpo, quase que teria sido melhor que ele tivesse de facto morrido, já que estava condenado a ser eternamente inválido e a não fazer uso algum dos seus membros inferiores.

Mais uma vez o bravo miúdo tomou uma decisão. Não seria inválido. Ele iria andar. Mas, infelizmente, da cintura para baixo, ele não tinha nenhuma capacidade motora. As suas pernas finas pendiam inertes, quase sem vida.

Finalmente, ele teve alta do hospital. Todos os dias a mãe massajava as suas perninhas, mas não havia sensação, controlo, nada. Ainda assim, a sua determinação em andar era mais forte do que nunca.
Quando ele não estava na cama, estava confinado a uma cadeira de rodas. Num dia ensolarado, a sua mãe conduziu-o até o quintal para tomar um pouco de ar fresco. Nesse dia, ao invés de ficar sentado na cadeira, ele atirou-se ao chão. Arrastou-se pela relva, puxando as pernas atrás de si.

Arrastou-se até a cerca de estacas brancas que limitava o terreno. Com grande esforço, levantou-se apoiando-se na cerca. E então, estaca por estaca começou a arrastar-se ao longo da cerca, decidido a andar. Começou a fazer isso todos os dias até que formou um caminho ao lado da cerca, e em volta de todo o quintal. Não havia nada que ele desejasse mais do que dar vidas àquelas pernas.

Finalmente, com as massagens diárias, com a sua persistência de ferro e com a sua resoluta determinação, ele foi capaz de se manter em pé, depois de andar, ainda que embora a coxear, mais tarde então, de andar sozinho. E por fim, de CORRER!

Começou a caminhar para a escola, depois passou a correr para a escola, e a correr, pura e simplesmente, pela alegria de correr. Na faculdade, integrou a equipa de atletismo.

Mais tarde, no Madison Square Garden, aquele rapaz sem esperanças de sobreviver, que seguramente não iria andar nunca mais, e que jamais poderia esperar uma dia correr - aquele rapaz determinado, o Dr. Glenn Cunningham, foi o corredor mais rápido do mundo na corrida da milha!

O que acreditamos conseguir torna-se realidade. Somos nós que impomos ou que ultrapassamos os nossos próprios “limites”… Não se limite, SUPERE-SE!

domingo, agosto 24, 2008


“Ou dá um passo em frente para o crescimento ou vai dar um passo atrás para a segurança." – Abraham Maslow

Ser FELIZ ou ter razão

Oito da noite numa avenida movimentada.
Um casal já esta atrasado para jantar na casa de alguns amigos.
A morada é nova, assim como o caminho, que ela verificou no mapa antes de sair.
Ele conduz o carro.
Ela orienta-o e pede para que vire na próxima rua à esquerda.
Ele tem certeza de que é à direita.
Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ainda ficar mal humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira a direita e percebe que estava errado.
Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz inversão de marcha.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.
Mas ele ainda quer saber: “Se tinhas tanta certeza de que eu estava a ir pelo caminho errado, deverias ter insistido mais!”
E ela diz: “Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz… Estávamos a beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite.”

Esta pequena história foi contada por uma empresária durante um seminário sobre Gestão de Conflitos, e ilustra a quantidade de energia que despendemos apenas para demonstrar que temos razão, independente de a termos ou não.

Desde que a ouvi, tenho-me perguntado com mais frequência:

Quero ser feliz ou ter razão?

Pense nisso e seja FELIZ…

domingo, agosto 17, 2008

"Ao olhar para vida de grandes homens, verifiquei que a primeira vitória ganha foi sobre si próprios… o poder da auto-disciplina em todos eles estava em primeiro lugar." – Harry S. Truman

Esvaziar os “Armários” da nossa VIDA

Todos os anos, há um momento em que olhamos para os nossos armários com um olhar crítico. Olhamos para aquelas roupas que não já não usamos há tanto tempo. Aquelas que tiramos do cabide de vez em quando, vestimos, olhamos ao espelho, confirmamos mais uma vez que não gostamos e guardamos de novo no armário.

Aquele par de sapatos que nos magoa os pés, mas que insistimos em mantê-lo guardado. Há ainda aquele fato caríssimo, mas que o casaco não cai bem, ou o vestido "espectacular" que recebemos de presente de alguém que amamos, mas que não combina connosco e nunca usamos. Às vezes tiramos alguma coisa e damos a alguém, mas a maior parte fica lá, guardada sabe-se lá porquê.

Um dia houve alguém que me disse: “tudo o que já não te serve e manténs guardado, só te traz energias negativas… Livra-te de tudo o que não usas e vais ver como te vai fazer bem!”

Acontece que o nosso guarda-roupa não é o único lugar da vida onde guardamos coisas que não nos servem mais. Todos temos um guarda-roupa desses no interior da nossa mente…

Esta semana sugiro um DESAFIO: Se considerar que a sua VIDA assim o justifica, invista 10 a 15 minutos do seu tempo na sua VIDA e verifique com algum cuidado no que anda a guardar por lá.

Experimente esvaziar e fazer uma limpeza naquilo que não lhe serve mais. Deite fora ideias, crenças, maneiras de viver ou experiências que não lhe acrescentam nada e lhe roubam energia. Se for caso disso faça uma limpeza nas “amizades”, naqueles “amigos” cujos interesses não têm mais nada a ver com os seus.

Junte-se a pessoas entusiasmadas que o(a) apoiem nos seus sonhos e projectos pessoais e profissionais. Não espere pelo momento certo, ou mesmo pelas "decisões de fim de ano", para fazer essa "limpeza interior". Comece agora e experimente aquele sentimento fantástico de liberdade.
Liberdade de não ter de guardar o que não lhe serve. Liberdade de experimentar o desapego. Liberdade de saber que mudou, mudou para melhor, e que só usa as coisas que verdadeiramente lhe servem e fazem bem.

sexta-feira, agosto 01, 2008

Livro do Mês:


Como Chegar Depressa, Indo Devagar
Lothar J. Seiwert
Centro Atlântico

Gestão

Sente-se completamente dominado pelo stress? Acha que o ritmo da sua vida é cada vez mais agitado? Por vezes, pergunta a si próprio como vai conseguir conciliar as suas inúmeras responsabilidades com a necessidade de descansar e descontrair? Ou como lhe será possível equilibrar a vida profissional e a privada de maneira exequível?
Em Como Chegar Depressa, Indo Devagar, Lothar J. Seiwert, especialista de topo em gestão do tempo, explica-lhe como o mero facto de «poupar tempo» já deixou de ser uma solução eficaz e porque é que a gestão do tempo da próxima geração terá de incluir, obrigatoriamente, técnicas holísticas de gestão pessoal e de vida. Desde a organização dos objectivos e prioridades de vida, ao planeamento e execução das tarefas diárias, este livro fornece-lhe múltiplas sugestões para o ajudar a vencer o stress, e a conquistar um equilíbrio duradouro entre o trabalho e a vida privada.


Este livro vai ajudá-lo a:

· desenvolver uma declaração de missão pessoal e objectivos de vida;
· identificar os seus «chapéus de vida» – os papéis que desempenha dia-a-dia;
· planear de forma efectiva os sete dias da semana;
· gerir as tarefas diárias com o máximo de eficácia possível.

«A vida é uma oportunidade muito especial, que merece ser festejada. Se, para si, ela não passa de uma corrida de resistência para ver quem chega primeiro, leia este livro. Ele ensina-o a viver de acordo com a sua perspectiva de vida e dinâmica pessoal». - KEN BLANCHARD

«Como Chegar Depressa, Indo Devagar corresponde a uma abordagem invulgar, numa área já congestionada. Este livro engenhoso, fascinante e revelador ajuda-o a descobrir e a conservar a vida equilibrada e bem sucedida que merece». - ANTHONY ROBBINS

«Escrito por um dos maiores especialistas mundiais do equilíbrio entre o trabalho e a vida privada, este livro espantoso equipa-o com ferramentas, técnicas e estratégias para obter maior rendimento no seu trabalho e ter a vida pessoal e familiar mais feliz do que alguma vez sonhou». - BRIAN TRACY

domingo, julho 27, 2008


"Um Guerreiro não desiste daquilo que ama. Ele descobre amor naquilo que faz." – Socrates (Peaceful Warrior™)

Mude a ESTRATÉGIA

A história é muito antiga, mas não menos curiosa. Algumas tribos africanas utilizam um engenhoso método para capturar macacos. Como estes são muito espertos e passam o tempo a saltar nos ramos mais altos das árvores, os nativos desenvolveram o seguinte sistema:


1) Pegam numa cumbuca (“pote”) de boca estreita e colocam dentro uma banana.

2) Em seguida, a cumbuca é presa no tronco de uma árvore frequentada por macacos, afastam-se e esperam.

3) Após isso, um macaco curioso desce, olha para dentro da cumbuca e vê a banana.

4) Enfia a mão e apanha a fruta, mas como a boca do recipiente é muito estreita, ele não consegue retirar a banana.

Surge um dilema: se largar a banana, a mão sai e ele pode ir-se embora livremente, caso contrário, continua preso na armadilha. Após algum tempo, os nativos voltam e, tranquilamente, capturam os macacos que teimosamente se recusam a largar as bananas. O final é um pouco trágico, pois os macacos são capturados para servirem de alimento…

Parece inacreditável o grau de “estupidez” dos macacos, não é? Afinal, bastava apenas largar a banana e assim ficar livre do destino de ir para a “panela”. Fácil demais... O detalhe deve estar na importância exagerada que o macaco atribui à banana. Ela já está ali, na sua mão... parece ser uma insanidade largá-la.

Muitas vezes nós humanos fazemos exactamente o mesmo que estes macacos. Quem nunca conheceu alguém que está totalmente insatisfeito com o emprego, mas insiste em permanecer mesmo sabendo que pode estar a criar uma depressão? Ou alguém que trabalha e não está satisfeito com o que faz, e ainda assim o faz apenas pelo dinheiro? Ou casais com relacionamentos completamente deteriorados que permanecem juntos a sofrer, sem amor e compreensão? Ou pessoas infelizes por causa de decisões antigas, adiam um novo caminho que poderia trazer de volta a alegria de viver?

A vida é preciosa demais para ser trocada por uma banana - que, apesar de estar na nossa mão, pode-nos levar directamente para a “panela”.


Por isso:

É hora de mudar e pensar de uma maneira diferente. Se não está a obter o que quer, mude a estratégia...

domingo, julho 20, 2008


"As verdadeiras batalhas estão no interior" – ‘Socrates’ (Peaceful Warrior™)

Lições da Natureza: OBSTÁCULOS

Se um falcão estiver rodeado por uma cerca com um metro quadrado e totalmente aberta por cima, a ave, apesar da sua incrível habilidade de voar, será para sempre prisioneira. A razão é que um falcão começa sempre o vôo com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, nem chega a tentar voar, irá permanecer prisioneiro para o resto da sua vida nessa “cadeia” sem tecto.

O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado num piso completamente plano, tudo que consegue fazer é andar de forma confusa e dolorosa, à procura alguma ligeira elevação de onde se possa lançar.

Um zangão, se cair num pote de vidro aberto, ali permanece até morrer ou ser salvo. O insecto não consegue ver a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair através dos lados mais próximos do fundo. Irá procurar uma maneira onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente, de tanto se atirar contra as paredes do recipiente.

Há pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos, sem perceber que a saída está logo ali “acima".

A atitude mental é o verdadeiro obstáculo. Cabe-lhe determinar se vai ser um escravo de uma atitude negativa ou o Comandante de uma forma positiva. A sua atitude, é o seu Comandante em VIDA, quando controlar a sua atitude para com determinados acontecimentos, controla a eventual implicação de tais acontecimentos na sua VIDA.


domingo, julho 13, 2008


"Os desafios são o que tornam a vida interessante; superá-los é o que faz a vida ter significado." - Joshua J. Marine

Movendo Montanhas

Existiam nos Andes duas tribos em guerra. Uma vivia na parte baixa; a outra, na parte alta das montanhas.


Um dia, a parte baixa foi invadida pelos povos do alto, que, para além de saquearem os inimigos, raptaram um bebé e levaram-no para as montanhas.

Os povos da parte baixa não conheciam os caminhos usados pelos povos da montanha. Não sabiam como chegar ao alto, como chegar aos inimigos ou seguir os seus passos pelos terrenos escarpados.

Mesmo assim, enviaram seus melhores guerreiros para subir a montanha e trazer a criança de volta.

Os homens tentaram diferentes métodos de escalada. Primeiro um caminho, depois outro. Após vários dias de esforços, não tinham conseguido subir nem quinhentos metros.

Sentindo-se impotentes e sem esperança, os homens da parte baixa consideraram a causa perdida e preparavam-se para voltar para a sua cidade.

Enquanto arrumavam o equipamento para a descida, viram a mãe do bebé a caminhar na sua direcção. Perceberam entretanto que ela estava a descer a montanha que eles não tinham conseguido subir!

E então descobriram que o bebé estava amarrado às costas da mulher. Como era possível?

Um dos homens saudou-a, dizendo: "Nós não tivemos êxito em subir a montanha. Como chegaste ao alto se nós, os homens mais fortes e capazes da cidade, não o conseguimos?

"Ela encolheu os ombros e respondeu: "Não era o vosso filho que estava lá…"

Os desafios têm como propósito tornar-nos mais fortes, não mais fracos. Se olharmos para além do desafio vislumbramos o OBJECTIVO. É a grandeza desse objectivo que nos deve guiar.

No entanto ao fazê-lo devemos aprender a desfrutar do caminho que nos separa de o alcançar, reconhecendo-lhe a importância de o percorrer.

Desafie-se! Comece HOJE a percorrer o caminho que o irá a levar a mover as suas Montanhas…

domingo, julho 06, 2008


"Sucesso é a capacidade de passar de um falhanço para outro sem perca de entusiasmo." - Winston Churchill

Morte na Empresa
Há certos momentos na nossa vida que procuramos todos e qualquer um para justificar os nossos insucessos. Esta metáfora traz em si a solução para começar a Viver, tirando o verdadeiro prazer da VIDA: a Liderança Individual.

A VIDA começa verdadeiramente quando decidimos assumir o seu controlo. Abdicando de criticar e maldizer o nosso destino. Só ao leme da VIDA, seremos donos do nosso rumo. É de nós que depende o nosso destino e os nossos resultados.

Certa vez uma empresa estava numa situação muito difícil. As vendas iam mal, os trabalhadores desmotivados e os números há meses que não saíam do vermelho. Era preciso fazer algo para reverter o caos, mas ninguém queria assumir nada. Pelo contrário, a equipa apenas reclamava que as coisas andavam mal e que não havia perspectivas de progresso na empresa.

Achavam que alguém devia tomar a iniciativa de reverter aquele processo. Um dia, quando os colaboradores chegaram para trabalhar, encontraram na porta um cartaz enorme no qual estava escrito:

"Faleceu ontem a pessoa que impedia o seu crescimento e o da empresa. Está convidado para o velório que terá lugar na sala de reuniões ".

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas passado algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estaria a bloquear o crescimento da empresa. A agitação na sala de reuniões era tão grande que foi necessário chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas se iam aproximando do caixão, a excitação aumentava:

"Quem será que estava a atrapalhar o meu progresso? Ainda bem que esse infeliz morreu!"Um a um, os funcionários, agitados, aproximavam-se do caixão, olhavam o falecido e engoliam em seco. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da sua alma, e saíam cabisbaixos. No fundo do caixão tinha sido colocado um espelho…

Só existe uma pessoa capaz de limitar o Seu crescimento: VOCÊ!

É muito fácil culpar os outros pelos seus problemas, mas já parou para pensar se poderia ter feito algo para mudar a situação? Você é o único responsável pela sua VIDA… O que está a fazer neste preciso momento com a sua VIDA?

terça-feira, julho 01, 2008

Filme do Mês:


o CAMINHO do GUERREIRO PACÍFICO (“PEACEFUL WARRIOR”) DVD
Victor Salva, Realizador
Prisvideo

Drama

Dan Millman parece ter a vida perfeita de um estudante universitário : um corpo perfeito de ginasta capaz de atrair todas as raparigas que ele quiser, boas notas, muito dinheiro no bolso e uma forte probabilidade de integrar a equipa olímpica. No entanto, Dan acorda todas as noites com terríveis pesadelos e estranhas visões que não consegue explicar nem esquecer com todas as colegas com quem dorme.
Uma dessas noites, Dan deixa sozinha na cama a mais recente conquista e sai para a rua a correr, no que pensa ser um percurso ao acaso. Passando pela vizinhança adormecida e desorientado pelo nevoeiro, Dan vai dar a uma estação de serviço, onde as luzes acesas iluminam um velho atrás do balcão. Mas Dan nunca viu ninguém como este homem : quando dá por ele, está a levitar no telhado da estação de serviço… Começa aqui uma viagem de descoberta para Dan Millman, guiado pelo homem a quem instintivamente chamou de Sócrates e que oferecerá ao jovem uma nova filosofia de vida…

domingo, junho 29, 2008


"É extraordinário o quão extraordinário a pessoa comum é." - George F. Will

Obrigada
Ensinaram-nos desde tenra idade (mesmo sem ainda saber escrever…) a fazer uma carta par a pedir presentes ao Pai Natal, antes da noite da consoada. Quando passamos a fase dos pedidos materiais, habituamo-nos a formular desejos sentimentais nesta época do ano, a uma qualquer entidade superior: seja ao velhinho das barbas brancas, aos três Reis Magos ou ao Menino Jesus, o importante é saber pedir; afinal pedir ainda não paga imposto e nós achamos sempre que merecemos, basta olhar para o lado... o outro está sempre melhor do que nós!

Prefiro ser e fazer diferente. Nestes dias que antecedem o início de um novo ano, em altura de balanço – não apenas do ano que passou mas de todos desde 1983 – escrevo a minha carta a um Pai, que não é natal... Em vez de pedir o que quer que seja, para mim ou para os outros , agradeço-lhe o que foi e o que não foi, o que é e o que não é, o que há-de ser e o que não há-de acontecer, na certeza de que estou em boas mãos.

Obrigada por me dares a sensibilidade de sentir o frio e o calor, de tocar e ser tocada. Obrigada por ter de limpar os óculos e o aparelho auditivo todos os dias, mas conseguir ver e ouvir o que quero e até o que não quero. Obrigada por cada parte deste que é o corpo que me foi dado e pelas dores físicas das mazelas de fracturas antigas que me assolam nas mudanças de clima, mas que me ensinam a ser mais paciente e lembram-me quem sou. Obrigada por não ter de renovar o guarda-roupa a cada estação, por que nada deixa de me servir e por nunca ter a sola dos sapatos gasta. Obrigada por todas as vezes que olhei para o espelho e não gostei do que vi. Por me levantares todas as manhãs da cama para ir trabalhar mesmo a queixar-me do sono; pelo meu quarto em vez do hospital, pela cadeira de rodas em vez de uma cama permanente. Obrigada pelas dúvidas e pelos anseios relativamente ao futuro que me fazem viver o presente de uma forma mais intensa; pelos instantes de inspiração que me acordam durante a noite para escrever; pelas lágrimas da saudade e da nostalgia de um passado que foi plenamente vivido... Obrigada por não colocares no meu caminho apenas uma pessoa que me ame, mas muitas, que são agora o meu suporte existencial e com quem partilho este Amor que me enche o peito. Obrigada pelas discussões com o Pai e a Mãe sempre que saio à noite e chego mais tarde a casa. Obrigada pelos "nãos" que um dia hei-de entender… Pelo telemóvel a tocar mesmo quando não quero que me chateiem e obrigada pelas vezes em que, ao colo de alguém ia caindo e não cheguei a tocar no chão graças à tua mão invisível. Obrigada por todos os momentos em que mesmo sem saber porquê segui o meu coração em vez da cabeça e pela perseverança na espera de que as circunstâncias mudem. Obrigada pela sopa que resmungo para comer (como qualquer Mafalda que se preze) mas que existe sempre na minha mesa. Pelas tensões pré-menstruais e pela irritação feminina inerente. Por cada corte de luz que me obrigou a rescrever textos que não estavam como eu queria; por cada vez que arrisquei e pelo calafrio no estômago sempre que me desafiei; pelas palavras que continuas a colocar na ponta dos meus lábios e dos meus dedos para comunicar contigo e com o mundo. Obrigada por levantares a minha cabeça para o céu para me fazeres reparar na beleza de uma lua cheia. E pelas frustrações e impotência que se transformaram em vontade de ir mais além. Pelos raros momentos de silêncio com que me inundas e me aproximam de ti. E por me dares a capacidade de te pedir para me ajudares a saber agradecer-te sempre tudo isto, porque ao meu lado, infelizmente, existirá sempre alguém numa situação pior do que a minha...

in “mafaldisses” crónicas sobre rodas… - Mafalda Ribeiro, papiro editora

domingo, junho 22, 2008


"A Vida não é encontrarmo-nos. A Vida é criarmo-nos " - George Bernard Shaw

Alguns conselhos…

1. Deite fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura. Deixe que os médicos se preocupem com isso. Afinal, é para isso que lhes paga!

2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos arrastam-nos para baixo. (Lembre-se disto se for um desses depressivos!)

3. Aprenda sempre: Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso. "Uma mente preguiçosa é trabalho do diabo." E o nome do diabo é Alzheimer!

4. Aprecie as mais pequenas coisas

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar. E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele/ela!

6. Quando as lágrimas aparecerem Aguente, sofra e ultrapasse. A única pessoa que fica connosco toda a nossa vida somos nós próprios. VIVA enquanto estiver vivo.

7. Rodeie-se das coisas que ama: Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja. O seu lar é o seu refúgio.

8. Tome cuidado com a sua saúde: Se é boa, mantenha-a. Se é instável, melhore-a. Se não a consegue melhorar, procure ajuda.

9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde estiver a culpa.

10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.

domingo, junho 15, 2008


"O Amor é tudo sobre DAR, não receber" – Tony Robbins

Amar é...

Amar é colocar as necessidades do outro acima das nossas próprias necessidades, sem que isso nos diminua. O verdadeiro amor não cabe em almas pequenas.

O amor é algo que deve nos enriquecer como seres humanos.

O amor sempre trazer, nunca levar, nunca tomar.

Amar é "Apesar de..."

Apesar de não ser correspondido, continuar a amar, não como um fardo, mas como um complemento de sobrevivência.

Apesar de sofrer, porque sofrer a amar é mil vezes melhor que sofrer de vazio e de solidão.

Apesar de dificuldades, porque essas podem motivar-nos a sermos mais fortes e ensinar-nos que podemos vencer obstáculos.

Apesar de distância, porque quando amamos o coração está sempre perto.

Amar é, quando necessário, dar-se ao direito de se sentir zangado e magoado, porque se o amor é Divino, é humano também. Mas amar é ser superior a zangas e mágoas.

Amar é colocar o coração em tudo o que fazemos: nos olhos, nas mãos, nas nossas acções. É ver o outro diferente mesmo se ele é igual aos demais; é vê-lo especial se ele é diferente.

Amar é contentar-se com um pouco de felicidade quando isso é tudo o que podemos ter.

Amar é acreditar quando todos duvidam. É ouvir a voz do coração quando nenhuma outra pessoa consegue escutar.

Amar é, finalmente, dar livre-arbítrio ao próprio coração.

domingo, junho 08, 2008


" O mundo exige resultados… não desculpas." – Steve Linder

Persistência X Mudança

Contam que certa vez, duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente. Assim, logo ao cair, nadou até a borda do copo. Mas como a superfície era muito lisa e ela tinha as asas molhadas, não conseguiu sair. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de nadar e de se debater e foi ao fundo.

A sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz. Continuou a debater-se, a debater-se e a debater-se por tanto tempo, que, aos poucos o leite ao seu redor, com toda aquela agitação, foi se transformando até que formou um pequeno nódulo de manteiga, onde a mosca tenaz conseguiu com muito esforço subir e dali voar para algum lugar seguro.

Esta primeira parte da história é um elogio à persistência, que, sem dúvida, é um hábito que nos leva ao sucesso, no entanto...

Tempos depois, a mosca tenaz, por descuido ou acidente, caiu novamente num copo. Como já havia aprendido com a sua experiência anterior, começou a debater-se, na esperança de que, em devido tempo, se iria salvar. Outra mosca, que passava por ali e ao ver a aflição da companheira de espécie, pousou no bordo do copo e gritou: "Tens uma palhinha ali, nada até lá e sobe por ela" A mosca tenaz não lhe deu ouvidos, baseando-se na sua experiência anterior de sucesso e, continuou a debater-se e a debater-se, até que, exausta, foi ao fundo no copo cheio de água.

Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de notar as mudanças no ambiente que nos rodeia e ficamos a esforçarmo-nos para alcançar os resultados esperados, até que afundamos na nossa própria falta de visão? Fazemos isso quando não conseguimos ouvir aquilo que quem está de fora da situação nos diz. Pense nisso na próxima vez que alguém lhe der uma sugestão… não digo que a siga, mas pelo menos que analise a sua possível vantagem!


domingo, junho 01, 2008


"Tempos Difíceis Chamam por Líderes Fortes" - Tony Robbins

O apoio ao mais fraco

No Outono, quando se vê bandos de aves a voar, em forma um grande V no céu, indaga-se o porquê de voarem desta forma. Sabe-se que quando cada ave bate as asas, move o ar para cima, ajudando a sustentar a ave imediatamente de trás. Ao voar em forma de V, o bando beneficia com muito mais força de voo do que uma ave voando sozinha.

Pessoas que têm a mesma direcção e sentido de comunidade podem atingir seus objectivos de forma mais rápida e fácil, pois viajam beneficiando de um impulso mútuo.

Sempre que uma ave sai do bando, sente subitamente o esforço e a resistência necessários para continuar a voar sozinha. Rapidamente, ela entra outra vez na formação para aproveitar a deslocação de ar provocado pela ave que voa imediatamente à sua frente.

Se tivéssemos o mesmo sentido, manter-nos-íamos em formação com os que lideram o caminho para onde também desejamos seguir.

Quando a ave líder se cansa, ela muda de posição dentro da formação e outra assume a liderança.

Vale a pena revezarmo-nos em tarefas difíceis, e isto serve tanto para pessoas, como para as aves que voam juntas. As aves de trás gritam para encorajar as da frente a manterem a velocidade.

Finalmente quando uma ave fica doente ou, se fere, duas aves saem da formação e a acompanham para ajudá-la e protegê-la. Ficam com ela até que consiga voar novamente ou morra. Só então, levantam voo, sozinhas, ou noutra formação.

Se tivéssemos o sentido das aves também ficaríamos da mesma forma um ao lado do outro para apoiar o mais fraco.

Livro do Mês:

Chega Aonde Quiseres
Michael Neill
Livros d’Hoje

Espiritualidades

Como ser feliz e bem sucedido?

Chega Aonde Quiseres é um livro que pode melhorar a sua vida com uma simples leitura. Nele irá encontrar todas as ferramentas de que precisa para conseguir tudo o que quiser.

Nestes últimos quinze anos, Michael Neill tem sido um coach, um amigo, um mentor e uma inspiração criativa para celebridades, CEOs, membros da realeza e pessoas que apenas esperam mais das suas vidas. Neste guia prático, o autor partilha consigo as técnicas que já ajudaram milhões de pessoas por todo o mundo.
Com “Chega Aonde Quiseres” vai aprender a:- Ter sucesso sem muito esforço.- Mudar os seus relacionamentos, finanças e saúde. - Sentir-se feliz todos os dias, independentemente da circunstância. - Viver uma vida estimulante (e que estimula os outros).

domingo, maio 25, 2008

"Por que esperar para ver onde a vida o leva? Porque não ver onde pode levar a vida?" - C. Chen

Projectos da VIDA

Era uma vez um pequeno rio de águas cristalinas, muito bonito, que serpenteava entre as montanhas.

Num certo ponto de seu percurso, notou que à sua frente havia um pântano imundo, por onde deveria passar.

Olhou, então, para Deus e protestou:

"Senhor, que castigo! Eu sou um riacho tão límpido, tão formoso, e me obrigas a atravessar um pântano sujo como esse! Como faço agora?"

Deus respondeu:

"Isso depende da maneira de encarares o pântano. Se ficares com medo, vais diminuir o ritmo do teu curso, darás voltas e, inevitavelmente, acabarás misturando as tuas águas com as do pântano, o que te tornará igual a ele. Mas, se o enfrentares com velocidade, com força, com decisão, as tuas águas se espalharão sobre ele, a humidade as transformará em gotas que formarão nuvens, e o vento levará essas nuvens em direcção ao oceano. Aí te transformarás em mar".

Assim é a VIDA.

Por vezes “gatinhamos” nas mudanças. Quando ficamos assustadas, paralisamos, tornamo-nos tensos e perdemos a fluidez e força.

É preciso entrarmos com garra nos PROJECTOS DA VIDA, ATÉ QUE O RIO SE TRANSFORME EM MAR.

Se passarmos a vida toda a evitar o sofrimento, acabamos também por evitar o prazer que a vida nos oferece. Há milhares de tesouros escondidos em lugares onde é preciso ir para os descobrir. Há tesouros guardados numa praia deserta, numa noite estrelada, numa viagem inesperada, num salto de paraquedismo...

O importante é ir ao encontro deles, ainda que isso exija uma boa dose de coragem e risco.

Não procure o sofrimento. Mas, se ele fizer parte da conquista, enfrente-o e supere-o.

Arrisque, ouse, avance na VIDA.

A VIDA é uma aventura gratificante para quem tem a coragem de arriscar.

domingo, maio 18, 2008

"Quando mudar a forma de olhar para as coisas, as coisas para onde olha mudam." - Dr. Wayne W. Dyer

A Águia Dourada

Um homem encontrou um ovo de águia e colocou-o debaixo de uma galinha que chocava seus ovos no seu quintal.

Após algum tempo nasceu uma pequena águia com os pintos e com eles foi crescendo normalmente.

Durante todo o tempo a águia fazia o mesmo que faziam os pintinhos, convencida de que era igual a eles.

Raspava, procurava insectos no solo e piava como fazem os pintos, e como eles, também batia as asas conseguindo voar um metro ou dois porque, afinal de contas, é só isso que um frango pode voar, não é verdade?

Passaram os anos e a águia ficou velha...

Certo dia, ela viu, cruzar o espaço, num céu azul, uma ave majestosa, planando, no infinito, graciosa, levada, docemente, pelo vento sem nem sequer bater as suas asas douradas.

A águia do chão olhou-a com respeito e logo, perguntou ao seu amigo:

"Que tipo de ave é aquela que voa lá no alto?”

"É uma águia! É rainha", diz-lhe o amigo, mas é bom não olhar muito para ela pois nós somos de raça diferente, simples frangos do chão e nada mais.

Daí por diante, então, a pobre da águia nunca mais pensou nisso, até morrer convencida de ser uma simples galinha.

Muitas vezes somos condicionados pelo ambiente e por aqueles que mais nos amam e que mais amamos.

Com o medo de sermos diferentes e, de não sermos aceites, vamo-nos sabotando perdendo as oportunidades “douradas” que a VIDA nos oferece, e com isso a nossa FELICIDADE.

Olhe à sua volta e identifique os “frangos” que o rodeiam. Esta semana liberte o seu potencial, abra as suas asas douradas e VOE!!!

domingo, maio 11, 2008


“Somos o que somos por aquilo em que acreditamos.“ - Oprah Winfrey
A sua Paz interior depende exclusivamente de si

Conta a lenda que um velho sábio, tido como um mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um homem conhecido pela sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência.

O velho mestre aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo. Atirou-lhe pedras, cuspiu e gritou-lhe todos os tipos de insultos. Durante horas, fez de tudo para provocá-lo, mas o velho sábio permaneceu impassível.

No final da tarde, já exausto e humilhado, o homem deu-se por vencido e retirou-se. Impressionados, os alunos quiseram saber como o mestre havia conseguido suportar tanta indignidade.

O mestre perguntou:

- Se alguém lhe quiser oferecer um presente e você não o aceitar, a quem pertence o presente?

- A quem o tentou oferecer - respondeu um dos discípulos.

- Exactamente! O mesmo com a inveja, a raiva e os insultos. Quando eles não são aceites, continuam a pertencer a quem os trazia consigo. A sua paz interior depende exclusivamente de si. As pessoas não podem tirar-lhe a calma. Só se o permitir...

As relações pessoais e profissionais tornam-se muitas vezes tensas, e inevitavelmente os nervos ficam à flor da pele, fazendo com que as pessoas percam o controlo. Nestes momentos, a paciência, a calma e a tolerância são de extrema importância para minimizar os chamados “efeitos secundários”. Não deixe que os outros controlem as suas emoções, lembre-se que cabe APENAS a si controlá-las. ACREDITE NISSO !!!

domingo, maio 04, 2008

“A forma como comunicamos com outros e com nós mesmos, em última análise, determina a qualidade da nossa vida.” - Anthony Robbins

A Última Corda

ERA UMA VEZ um grande violinista chamado PAGANINI. Alguns diziam que era muito estranho, outros que era sobrenatural.

Numa certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo.

A orquestra entrou e foi aplaudida, o maestro foi ovacionado, mas quando a figura de Paganini surgiu, triunfante, o público delirou.

Paganini coloca o violino no ombro e o que se assiste a seguir é indescritível; Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias parecem ter asas e voar com o toque daqueles dedos encantados.

DE REPENTE, um som estranho interrompe o devaneio da platéia; Parte-se uma das cordas do violino de Paganini … O maestro pára, a orquestra pára, o público pára, mas Paganini NÃO!

Continuou a olhar para a sua partitura e a tirar sons deliciosos de um violino com problemas. O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar. Ainda o público estava a recuperar quando, DE REPENTE, um outro som pertubador desperta a atenção dos assistentes… Parte-se uma outra corda do violino de Paganini. O maestro pára e a orquestra páram mais uma vez, Paganini NÃO!

Como se nada tivesse acontecido, ele esquece as dificuldades e avança tirando sons do impossível. O maestro e a orquestra, impressionados voltam a tocar. Mas o público não imaginava o que aconteceria a seguir. Todas as pessoas, pasmadas, gritaram “OOOHHH!!!” que ecoou pela abobadilha daquele auditório, parte-se a terceira corda do violino de Paganini… O maestro e a orquestra páram. A respiração do público pára. Mas Paganini NÃO!

Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrava naquele violino destruído. Nenhuma nota foi esquecida. O maestro empolgado anima-se, a orquestra motiva-se e o público parte do silêncio para a euforia, da inércia para o delírio.

Paganini atinge a glória e, o seu nome corre através do tempo. Ele não é apenas um violinista genial, é o símbolo do profissional que continua diante do impossível.

Independentemente dos problemas, pessoais, conjugais, ou familiares, que afectem a sua auto-estima ou o seu desempenho profissional, nem tudo está perdido. A VIDA vai sempre lhe deixar uma última corda e, é nela que irá exercer o seu maior talento: o talento da Persistência!

Todos temos um “Paganini” dentro de nós pronto para avançar e vencer. Vitória é a arte de continuarmos, onde os outros resolvem parar.

Mas, se por acaso, se estiver a sentir no limite das suas forças, esta é a sua oportunidade de tocar na melhor corda do universo: altere o seu diálogo e ACREDITE EM SI !!!

quinta-feira, maio 01, 2008

Livro do Mês:


O Segredo
Rhonda Byrne
Lua de Papel

Espiritualidades


O Segredo é neste momento – e de longe – o livro de não ficção mais vendido em todo o mundo. Só nos Estados Unidos vendeu mais de 3,5 milhões de exemplares e ocupa o primeiro lugar dos principais tops de vendas, onde o respectivo audiobook também figura em destaque.

A autora, Rhonda Byrne, descobriu que a maioria das pessoas que têm ou tiveram sucesso conheciam um Grande Segredo, e dá exemplos que vão desde Einstein a Galileu Galilei. A partir dessa descoberta, ela foi procurar pessoas que actualmente conhecessem o Segredo e vivessem de acordo com ele (como, por exemplo, o autor de Conversas com Deus ou o autor de Os Homens São de Marte as Mulheres São de Vénus). Falou com elas, entrevistou-as, e através do testemunho delas vai explicando no livro a “lei da atracção”: nós atraímos aquilo que queremos atrair e, se queremos atrair o sucesso, conseguimos atrair o sucesso.

Na origem do livro está um documentário feito para a televisão australiana que se tornou num sucesso global – é, presentemente, o DVD mais vendido em todo mundo, e mesmo em Portugal há sessões regulares de exibição e documentário. Ou seja, um fenómeno de culto.

Nos últimos meses O Segredo tem ocupado o primeiro lugar no top de livros da Amazon americana (entre os títulos de não ficção), enquanto o audiobook figura sempre entre os dez primeiros lugares.

O Segredo está no primeiro lugar do top da Publishers Weekly na categoria de não ficção.

O Segredo está nos primeiros lugares dos tops do New York Times, USA TODAY