domingo, março 01, 2009

Livro do Mês:

Segredos da Mente Milionária
T. Harv Eker
Europa América


Gestão

No seu demolidor Segredos da Mente Milionária T. Harv Eker afirma: «Dê-me cinco minutos e posso prever o seu futuro financeiro para o resto da sua vida». Todos temos uma impressão digital pessoal de dinheiro impregnada nos nossos subconscientes, e é esta impressão digital, mais do que qualquer outra, que irá determinar as nossas vidas financeiras.
Segredos da Mente Milionária são dois livros num só. A parte I explica como funciona a sua impressão digital do dinheiro. Através da rara combinação existente em Eker de esperteza, humor e coração, ficará a saber como as suas experiências do tempo da infância moldaram o seu destino financeiro. Também aprenderá a identificar a sua própria impressão digital de dinheiro e a «revê-la», não só para criar sucesso mas, mais importante ainda, para a manter a aumentá-lo permanentemente. A parte II apresenta-lhe «17 Ficheiros de Riqueza» e descreve-lhe como pensam e actuam os ricos e como poderá alcançar com o mesmo sucesso dos milionários.
T. Harv Eker, presidente da Peak Potentials Training, passou do zero a milionário em apenas dois anos e meio. Agora, revela os seus segredos por escrito.

terça-feira, fevereiro 24, 2009

"A vida é como um espelho e vai reflectir de volta para o pensador o que ele pensa nela" - Ernest Holmes


Certo dia, uma jovem aguardava pelo seu voo na sala de embarque de um aeroporto. Como iria ainda esperar algumas horas resolveu comprar um livro para passar o tempo e um pacote de bolinhos secos para entreter o estômago.

Procurou então um lugar numa parte reservada do aeroporto para que pudesse descansar e ler em paz. Quando estava instalada um homem sentou-se ao seu lado.

Quando tirou o primeiro bolinho do pacote, o homem também tirou um. Ela sentiu-se indignada, furiosa mesmo, mas não disse nada. Ela pensou para si:” Mas que lata!" Se eu estivesse coragem, dava-lhe um estalo na cara para que ele nunca mais se esquecesse...

A cada bolinho que ela tirava, o homem também tirava um. Aquilo deixava-a tão indignada que não conseguia reagir. Finalmente, sobrava apenas um bolinho e ela pensou: O que será que o "atrevido" vai fazer agora?

Então o homem dividiu o bolinho ao meio, comeu uma metade e deixou-lhe ficar a outra. Aquilo ainda a deixou com mais irada e a bufar de raiva. Nesse momento, ouviu a chamada para o seu voo. Agarrou no seu livro e nas suas coisas e dirigiu-se para a porta de embarque.

Já no avião e quando se sentou confortavelmente no seu lugar, foi á sua mala para tirar uma caneta e, para sua surpresa o seu pacote de bolinhos estava ali… INTACTO!

A constatação de que os bolinhos que havia comido não eram seus, fez com que se sentisse muito envergonhada, pois quem tinha estado errada desde o início era ela e agora já não tinha oportunidade para pedir desculpas nem de desfazer o mal entendido. Um desconhecido dividira os seus bolinhos sem se sentir indignado, ao passo que isto a deixara a ela muito transtornada.


Espelhar nos “outros”

Quase sempre quando algo nos incomoda nos “outros” ou quando tecemos críticas sobre algo ou alguém é porque estamos a espelhar algo que temos em nós e que NÃO gostamos… assim a pergunta que nos devemos colocar é: O que estou espelhar nesta situação?

A verdade por vezes é difícil de aceitar, no entanto liberta-nos para um novo e melhor EU… comece a utilizar esta ferramenta e surpreenda-se com os resultados!

terça-feira, fevereiro 17, 2009

"O que recebe por atingir os seus objectivos não é tão importante como aquilo em que se torna por alcançar os seus objectivos." - Zig Ziglar


CHOCOLATE QUENTE

Um grupo de jovens licenciados, todos bem sucedidos nas carreiras, decidiu fazer uma visita a um velho professor, agora reformado.
Durante a visita, a conversa dos jovens alongou-se em lamentos sobre o imenso stress que tinha tomado conta das suas vidas e do seu trabalho. O professor não fez qualquer comentário sobre isso e perguntou se gostariam de tomar uma chávena de chocolate quente. Todos se mostraram interessados e o professor dirigiu-se à cozinha, de onde regressou vários minutos depois com uma grande chaleira e uma grande quantidade de chávenas, todas diferentes – de fina porcelana e de rústico barro, de simples vidro e de cristal, umas com aspecto vulgar e outras caríssimas. Apenas disse aos jovens para se servirem à vontade. Quando já todos tinham uma chávena de chocolate quente na mão, disse-lhes:
– Reparem como todos procuraram escolher as chávenas mais bonitas e dispendiosas, deixando ficar as mais vulgares e baratas... Embora seja normal que cada um pretenda para si o melhor, é isso a origem dos vossos problemas e stress. A chávena por onde estais a beber não acrescenta nada à qualidade do chocolate quente. Na maioria dos casos é apenas uma chávena mais requintada e algumas nem deixam ver o que estais a beber. O que vós realmente queríeis era o chocolate quente, não a chávena; mas fostes conscientemente para as chávenas melhores...
Enquanto todos confirmavam, mais ou menos embaraçados, a observação do professor, este continuou:
– Considerai agora o seguinte: a vida é o chocolate quente; o dinheiro e a posição social são as chávenas. Estas são apenas meios de conter e servir a vida. A chávena que cada um possui não define nem altera a qualidade da vossa vida. Por vezes, ao concentrarmo-nos apenas na chávena acabamos por nem apreciar o chocolate quente que Deus nos ofereceu. As pessoas mais felizes nem sempre têm o melhor de tudo, apenas sabem aproveitar ao máximo tudo o que têm. Vivei com simplicidade. Amai generosamente. Ajudai-vos uns aos outros com empenho. Falai com gentileza…
… e apreciai o vosso chocolate quente.

O valor por detrás dos OBJECTIVOS
Vivemos quase que obcecados no campo profissional e/ou pessoal da nossa VIDA em atingir objectivos.
A vontade de alcançar a chávena, quero dizer o objectivo, é tão desmedida que nos esquecemos do chocolate quente, digo do percurso.
São os objectivos que de facto nos interessam… ainda assim não existe algo ainda mais valioso?
Que pessoa nos tornámos e o que aprendemos no percurso?
A próxima vez que concretizar um objectivo coloque a si mesmo estas questões… vai muito provavelmente ficar surpreendido com as suas respostas.

terça-feira, fevereiro 10, 2009

"Devemos ser a mudança que queremos ver no mundo" – Mahatma Gandhi


Um homem recebeu, certa vez, a visita de alguns amigos.

-"Gostaríamos muito que nos ensinasses aquilo que aprendeste todos ao longo de todos estes anos", disse um deles.

-"Estou velho", respondeu o homem.

-"Velho e sábio", disse outro.

-"Afinal de contas, sempre te vimos a rezar durante todo esse tempo.

-O que conversas com Deus?

-Quais são as coisas importantes que devemos pedir?"

O homem sorriu.

-"No começo, eu tinha o fervor da juventude, acreditava no impossível.
Então, ajoelhava-me diante de Deus e pedia para que ele me desse forças para mudar a humanidade. Aos poucos, vi que era algo que estava para além das minhas forças. Então, comecei a pedir a Deus que me ajudasse a mudar o que estava à minha volta."

-"Nesse caso, podemos garantir que parte do teu desejo foi atendido", disse um dos amigos. "O teu exemplo serviu para ajudar muita gente."

-"Ajudei muita gente com o meu exemplo. Mesmo assim, sabia que não era a oração perfeita. Só agora, no final da minha vida, é que entendi o pedido que devia ter feito desde o início."

-"E qual é este pedido?"

-"Que eu fosse capaz de me mudar a mim mesmo…"

MUDAR antes exigir depois
Grande parte das vezes o que julgamos ou criticamos nos outros é o que temos em nós e não gostamos, senão o tivéssemos em nós de que outra forma o poderíamos identificar?
Ao mudarmos influenciamos a mudança e lideramos pelo exemplo, permitindo assim a outros que eles também mudem influenciando assim outros a mudar.
Ao exigirmos a mudança sem antes a reflectirmos em nós próprios, diminuímos o respeito e a integridade para com o que nos rodeiam.
Esta semana avalie a sua mudança… Estou a mudar ou estou a exigir?

terça-feira, fevereiro 03, 2009

"a VIDA é composta por momentos únicos. VIVER cada UM deles é VIVER” – Jorge Coutinho


Este é o início de um novo dia, Deus deu-me este dia para usá-lo como eu quiser.

Eu posso desperdiçá-lo ou utilizá-lo para o bem.

O que eu faço hoje é muito importante porque estou a trocar um dia da minha vida por isso.

Quando o amanhã chegar, este dia terá partido para sempre.

Deixando qualquer coisa em seu lugar, pela qual eu troquei o meu dia.

Quero que seja uma mais valia, não uma perda, o bem, não o mal.

Sucesso, não um fracasso, de modo a que eu não me esqueça do preço que paguei pelo meu dia.

Paul “Bear” Bryant


VIVER o AGORA

Temos duas opções para com as vicissitudes da vida, uma é entrarmos em padrões antigos, isolarmo-nos e criarmos ainda mais tensão dentro e em torno de nós, a segunda é olharmos para o interior do nosso SER e utilizar essas mesmas vicissitudes para obter o melhor de e, que temos em nós.

É nos momentos mais difíceis, que tomamos as decisões mais importantes da nossa VIDA: aprender e crescer ou diminuirmo-nos. E é, então aí, que mostramos do que somos verdadeiramente feitos.

O medo traz consigo mais medo, a tristeza mais tristeza, e a raiva mais raiva. Encontrar a coragem quando sentimos medo, viver em gratidão quando experimentamos tristeza, e deixar que a raiva traga de volta a paz ao nosso coração, só é possível quando nos permitimos VIVER esses sentimentos, experienciá-los, e reconhecer o seu valor. Então, tal como um Alquimista transformarmos esses momentos de dor nos mais poderosos momentos da nossa VIDA.

A escolha cabe-nos a nós sobre o que acontecerá perante os próximos obstáculos da vida, no entanto apenas a podemos tomar se vivermos o AGORA.

domingo, fevereiro 01, 2009

Livro do Mês:

Pense e Fique Rico
Napoleon Hill
Lua de Papel

Gestão

Tudo o que deve saber para começar a ganhar dinheiro

Pense e Fique Rico, o livro de auto-motivação empresarial mais influente da história, nasceu de um encontro fortuito.
Napoleon Hill, um jovem jornalista, entrevistou Andrew Carnegie – o americano mais rico do início do século XX. Na conversa que tiveram, Carnegie lançou ao repórter um desafio: entrevistar 500 milionários para descobrir o que tinham em comum. Durante 20 anos, Napoleon Hill dedicou-se à missão e compilou uma série de princípios a que chamou “As Leis do Sucesso”. Pense e Fique Rico, uma espécie de versão resumida, divulga efectivas receitas para ganhar dinheiro, e ensina a obter a satisfação espiritual que advém de se atingir os objectivos.

terça-feira, janeiro 27, 2009

"O amor não é cego, ele simplesmente permite a uns ver o que outros não conseguem ver." – Anónimo



A menina debruçada na janela trazia nos olhos grossas lágrimas e o peito oprimido pelo sentimento de dor causado pelo desaparecimento do seu cão de estimação. Com pesar observava atenta o jardineiro que sepultava o corpo do amigo de tantas brincadeiras. A cada pá de terra, sentia como se a sua felicidade estivesse sendo soterrada também. O avô que observava a neta, aproximou-se, envolveu-a num abraço e falou-lhe com serenidade: - Triste cena, não é verdade? A netinha ficou ainda mais triste e as lágrimas rolaram em abundância. No entanto, o avô que desejava confortá-la chamou-lhe a atenção para outra realidade. Pegando-lhe na mão conduziu-a para uma janela localizada no lado oposto da ampla sala. Abriu as cortinas permitindo mostrar o jardim florido à sua frente e perguntou-lhe carinhosamente: - Estás a ver aquela roseira vermelha diante de nós? - Lembras-te que foste tu que me ajudas-te a plantá-la? - Foi num dia de sol como hoje que nós dois a plantámos. Era apenas um pequenino pé de roseira cheio de espinhos e vê como está grande e bonito hoje, carregado de flores perfumadas e botões como promessa de novas rosas. Vê ainda as abelhas que pousam sobre elas e as borboletas que fazem festa entre umas e outras das tantas rosas que enfeitam o nosso jardim. A menina limpou as lágrimas que ainda teimavam em permanecer na sua face e abriu um largo sorriso. O avô, satisfeito pôr a ter ajudado a superar o momento de dor falou-lhe com afecto: - Minha netinha, a vida oferece-nos sempre várias janelas. Quando a paisagem de uma delas nos causa tristeza sem que possamos alterar o quadro, voltamo-nos para outra, e certamente nos deparamos com uma paisagem diferente. Tantos são os momentos da nossa existência, como tantas são as oportunidades de aprendizagem que nos visitam no dia-a-dia que não vale a pena sofrer diante de quadros que não podemos alterar. São sim experiências valiosas da vida, das quais devemos tirar lições oportunas sem nos deixar tragar pelo desespero e revolta que só nos trazem infelicidade.

APROVEITAR A LIÇÃO Por vezes limitamos a nossa visão do mundo… Se hoje observamos um quadro desolador, no mesmo intante devemos lembramo-nos de que existem tantas outras janelas, com paisagens repletas de promessas de melhores dias. Não nos devemos permitir contemplar uma janela de dor. Devemos sim aproveitar a lição e seguir em frente ainda com mais ânimo e disposição. Ao agirmos assim, o sabor amargo do sofrimento logo irá ceder lugar ao sabor agradável de VIVER.

terça-feira, janeiro 20, 2009

"Há uma força motriz dentro todo o ser humano que uma vez, desencadeada, pode tornar qualquer visão, sonho ou desejo em realidade" - Anthony Robbins


O Buda Dourado

Em 1957, um grupo de monges tibetanos foi informados que uma estrada que estava a ser construída teria de passar pelo local onde o santuário pelo qual eram responsáveis estava actualmente localizado. O santuário, composto por um enorme Buda em barro, teria que ser transferido. Acordos foram feitos e o dia de deslocar o Buda chegou. O santuário do Buda, protegido por uma cobertura para mantê-lo seguro, foi preparado para a sua viagem. Uma enorme grua começou a elevar o Buda de barro. O Buda, ao ser içado do pedestal onde repousava, começou a rachar. Era muito mais pesado do que todos os engenheiros haviam estimado. O monge que supervisionava a movimentação Buda chama freneticamente o operador da grua, e pede-lhe para trazer o Buda para baixo. Rapidamente, e após o alerta o operador do guindaste pouso cuidadosamente o Buda no terreno. Os monges e os engenheiros ao examinarem o Buda encontraram várias fissuras de dimensão considerável. Uma grua maior seria necessária. Grua essa que só seria trazida no próximo dia. O Buda teria que passar a noite na sua actual localização. Para piorar, aproximava-se uma enorme tempestade.

Os monges cobriram o Buda com oleados presos em postes na tentativa de mantê-lo a seco durante a noite. Tudo parecia estar bem. Durante a noite, o monge superior acordou e decidiu verificar o Buda. Com uma lanterna, o monge cuidadosamente verificou a condição de Buda. Como ele andou em torno da figura de barro verificou um enorme brilhar que a sua luz reflectia sobre as fendas, algo que capturou de imediato o seu olhar. Voltou ao local onde tinha acabado ver o brilho reflectido a sua luz. Espreitou cuidadosa e intensamente para a fissura. O que viu ele não entendeu. Precisava de ver ainda mais. Voltou aos seus aposentos, encontrou aí um cinzel e um martelo e voltou para o Buda. Começou cuidadosamente a perfurar o barro em torno da fissura. Ao fazê-lo a racha abriu, e ele não podia acreditar no que os seus olhos viam. Correu a acordar os outros monges e deu instruções para que cada um trouxesse consigo martelo e cinzel. Á luz da lanterna os monges cuidadosamente retiraram todo o barro do Buda. Depois de horas, a esculpirem o barro, os monges recuaram e observaram estupefactos e em reverência… à vista, perante eles estava um sólido Buda de OURO.

Quando a equipa chegou mais tarde nessa manhã para concluir o trabalho de deslocar o Buda para o seu novo local, houve muita confusão e emoção. Para onde tinha ido o Buda de barro? De onde tinha vindo o Buda Dourado? Os monges explicaram. Historiadores foram chamados e a investigação foi iniciada para descobrir a origem do Buda Dourado.

Após muita investigação, as peças da história foram colocados juntas. Vários séculos antes o Buda Dourado estava carinhosamente à responsabilidade de um grupo de monges. Estes monges receberam a palavra que o exército Birmanês dirigia-se em sua direcção. Preocupados que o exército poderia invadir e saquear o santuário do seu Buda Dourado, os monges cobriram o seu Buda com 8 a 12 centímetros de argila. Quando eles terminaram o Buda Dourado parecia agora ser um Buda de barro. Os invasores do exército Birmanês, certamente não teriam interesse. Os monges estavam correctos. Os invasores não tiveram qualquer interesse no Buda. Ainda assim, mataram todos os monges antes de seguir em frente. O Buda Dourado perdeu-se assim na história até 1957.

Existe um Buda dourado no interior de cada um de nós. Escondido e coberto com camadas e camadas de barro. Começamos a nossa vida como um verdadeiro Buda Dourado. Depois o nosso verdadeiro EU é colocado numa prateleira e vemo-nos envolvidos no jogo da sobrevivência. Cada um de nós começa a perder a nossa verdadeira identidade e perdemos de vista os dons de cada um tem para oferecer.

A história do Buda Dourado dá-nos ferramentas que podemos usar todos os dias - a lanterna, o cinzel e o martelo. A lanterna representa o poder de nossa visão individual. O cinzel representa o poder do nosso nível individual de responsabilidade. O martelo representa o poder do nosso sentido individual de equipa que irá guiar cada um de nós ao caminho do sucesso. A equipa que cada um de nós tem disponível para si, são as pessoas que sabemos que incondicionalmente estão lá para nós - os nossos VERDADEIROS Amigos e Familiares.

(Adaptado de “Chicken Soup For The Soul”, Jack Canfield & Mak Victor Hansen)

terça-feira, janeiro 13, 2009

"Não é porque as coisas são difíceis que nós não ousamos, é porque nós não ousamos que as coisas são difíceis" – Seneca


OUSE

Conta uma antiga lenda que na Idade Média, um camponês muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.
Na verdade, o autor do crime era uma pessoa muito influente do reino e por isso, desde o primeiro momento procurou-se um "bode expiatório" para encobrir o verdadeiro assassino. O camponês foi levado a julgamento e seria condenado à forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para o condenarem e que teria poucas hipóteses de sair vivo desta história.
O juiz, que também estava comprado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo fazendo uma proposta ao acusado para que provasse sua inocência.
Disse o juiz:
- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar a sua sorte nas mãos de Deus. Vou escrever num papel a palavra INOCENTE e noutro a palavra CULPADO. Você tira um dos papéis e aquele que sair será o seu veredicto. Deus irá decidir o seu destino, determinou o juiz.
Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis mas em ambos escreveu CULPADO, de maneira a que não houvesse nenhuma hipótese alguma do acusado se livrar da forca.
Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis numa mesa e mandou o acusado escolher um deles.
O homem pensou alguns segundos, aproximou-se confiante da mesa, pegou num dos papéis e rapidamente colocou-o na boca e engoliu-o.
Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.
- Mas o que é que você fez? E agora? Como é que vamos saber qual o seu veredicto?
- É muito fácil respondeu o homem, basta olhar para o papel que sobrou e vocês saberão que acabei de engolir o contrário do que nele estava escrito!
De imediato o homem foi libertado.

SEJA CRIATIVO! QUANDO TUDO PARECER PERDIDO, OUSE!

Por mais difícil que seja uma situação, existe SEMPRE uma solução se não deixarmos de acreditar e de lutar até ao último momento.
Temos habitualmente o “vício” de face ao problema ficarmos focados em 80% no PROBLEMA, e apenas em 20% na solução. E se invertermos a situação, FOCUS em 80% na SOLUÇÃO e unicamente 20% no problema, o resultado vai ser o mesmo?
Desafio para esta semana: Quando encarar um problema, pensar na solução e não no problema!

terça-feira, janeiro 06, 2009

"A oportunidade é uma deusa altiva que em nenhum momento desperdiça tempo com aqueles que não estão preparados" - George S. Clason



A História do Burro...

O burro de um camponês caiu num poço. Não chegou a ficar ferido mas não podia sair dali por conta própria. Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer. Finalmente o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que o burro já estava muito velho e que o poço já estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma.

Portanto não valia a pena esforçar-se para tirar o burro de dentro do poço. Ao contrário, chamou os seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro.

Cada um deles pegou uma pá e começou a mandar terra para dentro do poço. O burro não tardou a dar-se conta do que estavam a fazer com ele, e chorou desesperadamente. Porém para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou. O camponês olhou para o fundo do poço e surpreendeu-se com o que viu. A cada pá de terra que caía sobre suas costas o burro sacudia-a, dando um passo sobre esta mesma terra. Assim em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali a trote.

A vida vai-lhe atirar muita terra, todo o tipo de terra principalmente se você já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva em cima e dar um passo sobre ela. Cada um dos nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Em 2009 utilize a terra que lhe atiram para seguir adiante!

E lembre-se as 5 regras para ser feliz:

1. Liberte o seu coração do ódio.
2. Liberte a sua mente das preocupações.
3. Simplifique a sua vida.
4. Dê mais e espere menos.
5. Ame mais e... aceite a terra que lhe atiram pois ela pode ser a solução, não o problema.

Tenha um Brilhante, Grandioso, Talentoso, Fabuloso 2009 e…

Lembre-se de SORRIR… FELIZ ANO NOVO!!!

quinta-feira, janeiro 01, 2009

Livro do Mês:



O Homem Mais Rico da Babilónia
George S. Clason
Editorial Presença

Gestão

A origem deste livro é uma das mais curiosas, com uma certa aura romântica a envolvê-la. George Samuel Clason, o autor, nascido no Louisiana em 1874, foi militar, homem de negócios e escritor. Por volta de 1926, lembrou-se de escrever uma série de panfletos informativos sobre como alcançar o sucesso financeiro, com parábolas ambientadas na antiga Babilónia, um império indubitavelmente poderoso. Em linguagem simples e colorida, o autor conta a história de um homem que quis tornar-se rico e o conseguiu, sendo mais tarde convidado pelo próprio Rei a ensinar a sua arte. As cinco leis de ouro em que baseava as suas lições são princípios pedagógicos válidos para a economia de todos os tempos. Um livro que nunca deixou de ser um grande bestseller e é hoje considerado um clássico moderno.

terça-feira, dezembro 30, 2008

"Não podemos voltar atrás e fazer um novo começo, mas podemos sempre recomeçar e fazer um novo final.” - Ayrton Senna

O Nosso Medo Mais Profundo
por Marianne Williamson

"O nosso medo mais profundo não é sermos inadequados. O nosso medo mais profundo é sermos poderosos por mais além. É a nossa luz, não a nossa escuridão que mais nos assusta. Perguntamo-nos: Quem sou eu para ser brilhante, grandioso, talentoso, fabuloso? Na verdade, quem somos para não o ser? Somos filhos de Deus. O facto de nos limitarmos não serve o mundo. Não há nada de iluminado sobre nos encolhermos para que as outras pessoas não se sintam inseguras ao nosso redor. Estamos todos destinados a brilhar, como as crianças fazem. Nascemos para manifestar a glória de Deus que há em nós. Não é só em alguns de nós, está em todos nós. E ao deixarmos nossa própria luz brilhar, inconscientemente estamos a dar permissão para outras pessoas fazerem o mesmo. À medida que nos libertamos do nosso próprio medo, a nossa presença automaticamente liberta outros".

Em 2009 vamos soltar amarras, vamos libertar-nos dos nossos medos, e, brilhar, BRILHAR MUITO!

Tenha um Brilhante, Grandioso, Talentoso, Fabuloso 2009 e…

Lembre-se de SORRIR… FELIZ ANO NOVO!!!

terça-feira, dezembro 23, 2008

"Feliz, feliz Natal, que pode trazer-nos de volta aos delírios da nossa infância, recordar ao velho homem os prazeres da sua juventude, e trazer de volta o viajante à lareira do seu pacato lar!" – Charles Dickens


Um Conto de Natal

Ebenezer Scrooge é um homem avarento que não gosta do Natal. Trabalha num escritório em Londres com Bob Cratchit, seu pobre, mas feliz empregado, pai de quatro filhos, com um carinho especial pelo frágil Pequeno Tim, que tem problemas nas pernas.

Numa véspera de Natal Scrooge recebe a visita de seu ex-sócio Jacob Marley, morto havia sete anos naquele mesmo dia. Marley diz que seu espírito não pode ter paz, já que não foi bom nem generoso em vida, mas que Scrooge tem uma oportunidade, e por isso três espíritos o visitariam.

O primeiro espírito chega, um ser com uma luz que emanava de sua cabeça e um apagador de velas debaixo do braço à guisa de chapéu. Este é o Espírito dos Natais Passados, que leva Scrooge de volta no tempo e mostra sua adolescência e o início da sua vida adulta, quando Scrooge ainda amava o Natal. Triste com as lembranças, Scrooge enfia o chapéu na cabeça do espírito, ocultando a luz. O espírito desaparece deixando Scrooge de volta ao seu quarto.
O segundo espírito, o do Natal do Presente, é um gigante risonho com uma coroa de azevinho e uma tocha na mão. Ele mostra a Scrooge as celebrações do presente, incluindo a humilde comemoração natalícia dos Cratchit, onde vê que, apesar de pobre, a família de seu empregado é muito feliz e unida. A tocha na mão do espírito tem a utilidade de dar um sabor especial à ceia daqueles que fossem "contemplados" com sua luz. No fim da viagem, o espírito revela sob seu manto duas crianças de caras terríveis, a Ignorância e a Miséria, e pede que os homens tenham cuidado com elas. Depois disso vai embora.

O terceiro espírito, o dos Natais Futuros, apresenta-se como uma figura alta envolta num traje negro que oculta seu rosto, deixando apenas uma mão aparente. O espírito não diz nada, mas aponta, e mostra a Scrooge sua morte solitária, sem amigos.

Após a visita dos três espíritos, Scrooge amanhece como um outro homem. Passa a amar o espírito de Natal, e a ser generoso com os que precisavam, e a ajudar seu empregado Bob Cratchit, tornando-se um segundo pai para Pequeno Tim.

Diz-se que ninguém celebrava o Natal com mais entusiasmo que ele.

O que faz a diferença não é o que fazemos entre o Natal e o Ano Novo, mas sim o que fazemos entre o Ano Novo e o Natal. Se pudesse ver como seria o seu Natal daqui a um, a cinco ou a dez anos o que faria já diferente neste Natal? Pense nisso e…
Lembre-se de SORRIR… FELIZ NATAL!!!


Um Conto de Natal (A Christmas Carol) é uma obra de Charles Dickens. Foi escrita em menos de um mês originalmente para pagar dívidas, mas tornou-se um dos maiores clássicos natalícios de todos os tempos. Charles Dickens descreveu-o como seu "livrinho de Natal", e foi publicado pela primeira vez em 19 de Dezembro de 1843, com ilustrações de John Leech. A história transformou-se de imediato num sucesso, tendo vendido mais de seis mil cópias numa semana.

terça-feira, dezembro 16, 2008

"Gratidão não é só a maior das virtudes, mas a mãe de todas as outras." – Cicero


VER com outros olhos

Um dia num País distante um pai de uma família abastada levou o seu filho a viajar até ao interior com o firme propósito de lhe mostrar uma outra realidade.
Passaram um dia e uma noite na quinta de uma família considerada muito pobre. Quando regressavam da viagem o pai perguntou ao filho:
- Como foi a viagem?
- Absolutamente extraordinária meu Pai!~
- Viste como as pessoas podem ser? – perguntou o Pai;
- Claro que sim.
- E o que é que aprendeste? - Perguntou de novo;
O filho respondeu:
- Eu vi que nós temos um cão em casa, e eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim; eles têm um riacho que não tem fim. Nós temos uma varanda coberta e iluminada com luz, eles têm as estrelas e a lua. O nosso quintal vai até o portão de entrada, eles têm uma floresta inteira.
Quando a criança acabou de responder, o seu pai ficou estupefacto.
- Obrigado pai, por me mostrar o quão "pobres" nós somos.

As crianças surpreendem-nos inúmeras vezes com a sua estratégia de pensamento “out of the box” e livre de filtros. Porquê? Ainda não estão “domesticadas” pela sociedade.


Tudo o que temos depende da foram como olhamos para as coisas; Amor, amigos, família, saúde, bom humor e atitude positiva são senão as mais, pelos das mais importantes virtudes da nossa VIDA. Saber cultivá-las e fazê-las crescer dentro de nós representa podermos ter tudo! Se somos "pobres de espírito", podemos não ter nada!


Para termos tudo isto é essencial sermos e estarmos GRATOS. Não só com a beleza da VIDA mas também com as dificuldades que ela nos traz. São esses momentos que nos fazem crescer, são esses momentos que nos fazem transcender e sermos mais e melhor, e onde muitas vezes nos surpreendemos com o que somos capazes de fazer.


Lembrem-se de SORRIR e… FELIZ NATAL!!!